Na cidade de Medeiros Neto Carlos José Bezerra da Silva, vulgo Galego, e acusando de estrupar enteada de 10 anos

Uma tentativa de estupro chocou o distrito de Juracitaba, interior de Medeiros Neto, por volta das 19h horas desta quarta-feira (02).

De acordo com informações, a mãe da criança havia saído para ir à escola, mas, como teve apenas uma aula, foi dispensada mais cedo. Como quem pressentia algo de errado, ela entrou em casa em silêncio e surpreendeu o marido, Carlos José Bezerra da Silva, vulgo Galego, (39 anos), no momento em que forçava sua filha, de apenas 10 anos de idade, a terrelação sexual com ele.

Dentro do quarto, a menina estava nua e ele com as calças na altura do joelho.

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No momento de total revolta e desespero, a mãe da menina começou a se descontrolar e a gritar com Carlos José, que fugiu deixando tudo para trás, inclusive os documentos pessoais. Ainda segundo relatos, ele teria fugido para Serra dos Aimorés (MG), onde tem um familiar.

O homem, que é natural da cidade alagoana de Maceió, não é o pai da menina, mas vivia maritalmente com sua mãe há oito anos. Após o flagrante, descobriu-se ainda que o ele vinha aliciando e ameaçando a criança desde que ela tinha oito anos de idade.

Carlos José era funcionário da usina Santa Maria e, para prosseguir em fuga, ligou para a empresa pedindo contas.

A Polícia e o Conselho Tutelar foram acionados para cuidar do caso. Na manhã desta quinta-feira (03) a mãe da criança será ouvida na delegacia. O delegado William Teles já abriu inquérito investigativo e, no decorrer das investigações, com recolhimento de mais evidências do crime, a prisão preventiva do acusado poderá ser expedida pela Justiça.

A criança foi encaminhada, pelos agentes do Conselho Tutelar, para a realização do exame de conjunção carnal e, logo em seguida, será levada para Teixeira de Freitas, onde passará por outros procedimentos, para comprovar o crime.

De acordo com o Código Penal, qualquer violência sexual pode ser consideradaestupro.

Anteriormente, apenas era considerado crime de estupro a penetração vaginal. Além disso, ao contrário do que muitas pessoas pensam, o crime pode acontecer mesmo sem uma agressão física, com atitudes sutis como, por exemplo, o toque no corpo da vítima.

Por Jan Santos/Medeiros Dia Dia

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Lorena Oliveira

Lorena Oliveira | Comunicadora Editora Foco de Notícias

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