APLB – Sindicato faz menção de problemas que levaram professores a aderir a greve

Professores da rede municipal de ensino em conjunto com a direção da APLB – Sindicato, diante de tantos nãos emitidos pela administração pública Municipal, decidiram em assembleia paralisarem as suas atividades no último dia (28/05). Desde então, a categoria vem realizando uma série de atividades pela cidade de Teixeira de Freitas. Entre elas, estão: divulgação do movimento por meio das redes sociais e meios de comunicação locais, ocupação da câmara de vereadores, passeata com panfletagem, exposição de faixas entre outras ações.

O problema é que o prefeito Temoteo Brito (PSD), além de redigir uma carta tentando colocar a população contra os profissionais da educação o gestor inicia uma perseguição quando não paga os salários na data prevista, mesmo tendo recebido do governo Federal (30/05/2019) um montante de R$ 6.044.643,65 (seis milhões, quarenta e quatro mil e seiscentos e quarenta e três reais e sessenta e cinco centavos).O problema do atraso dos salários é que o prefeito Brito e o Secretário de Educação e Cultura Hermon Freitas, assinaram o termo de reajuste coletivo com APLB – Sindicato em junho/2018.

Nele temos a clausula segunda, que foi redigida da seguinte forma: “no que se refere ao pagamento mensal dos servidores da Educação, o Município de Teixeira de Freitas fará o referido pagamento, até o último dia de cada mês ou no primeiro dia útil do mês subsequente, caso o último dia do mês não seja dia útil”. Oque não foi cumprido.

O não pagamento do mês de Maio foi visto como uma retaliação pela categoria. E o que deveria servir para imobilizar funcionou mais como um tiro no pé do gestor, pois na manhã de sábado (01/06), os professores mais uma vez ocuparam as ruas e a feira do “mercadão” com panfletagem.Diante do agravamento da situação, e sem comum acordo entre o gestor e professores, a classe decidiu hoje segunda-feira, 03/06, uma greve por tempo indeterminado.

A APLB Sindicato divulgou também motivos para o prosseguimento da greve, situações como: A falta de segurança e equipamentos em escolas, a falta de profissionais capacitados em recinto escolar ( profissionais de limpeza, profissionais da área de merenda escolar e serviços administrativos, a falta do reajuste integral no salario de professores desde 2018, ano do qual desde então a classe não consegue obter acordo com o gestor.

Lorena Oliveira

Lorena Oliveira | Comunicadora Editora Foco de Notícias

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